domingo, 9 de março de 2014

Lucas 15, 1-32


Naquele tempo, 1os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. 2Os fariseus, porm, e os mestres da Lei criticavam Jesus. "Este homem acolhe os pecadores e faz refeio com eles". 3Ento Jesus contou-lhes esta parbola:
4Se um de vs tem cem ovelhas e perde uma, no deixa as noventa e nove no deserto, e vai atrs daquela que se perdeu, at encontr-la? 5Quando a encontra, coloca-a nos ombros com alegria, 6e, chegando a casa, rene os amigos e vizinhos, e diz: 'Alegrai-vos comigo! Encontrei a minha ovelha que estava perdida!'
7Eu vos digo: Assim haver no cu mais alegria por um s pecador que se converte, do que por noventa e nove justos que no precisam de converso.
8E se uma mulher tem dez moedas de prata e perde uma, no acende uma lmpada, varre a casa e a procura cuidadosamente, at encontr-la? 9Quando a encontra, rene as amigas e vizinhas, e diz: 'Alegrai-vos comigo! Encontrei a moeda que tinha perdido!'
10Por isso, eu vos digo, haver alegria entre os anjos de Deus por um s pecador que se converte".
11E Jesus continuou: "Um homem tinha dois filhos. 12O filho mais novo disse ao pai: 'Pai, d-me a parte da herana que me cabe'. E o pai dividiu os bens entre eles.
13Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada. 14Quando tinha gasto tudo o que possua, houve uma grande fome naquela regio, e ele comeou a passar necessidade.
15Ento foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu campo cuidar dos porcos. 16O rapaz queria matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam.
17Ento caiu em si e disse: 'Quantos empregados do meu pai tm po com fartura, e eu aqui, morrendo de fome. 18Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra Deus e contra ti; 19j no mereo ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados'.
20Ento ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixo. Correu-lhe ao encontro, abraou-o e cobriu-o de beijos.
21O filho, ento, lhe disse: 'Pai, pequei contra Deus e contra ti. J no mereo ser chamado teu filho'.
22Mas o pai disse aos empregados: 'Trazei depressa a melhor tnica para vestir meu filho. E colocai um anel no seu dedo e sandlias nos ps. 23Trazei um novilho gordo e matai-o. Vamos fazer um banquete. 24Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado'. E comearam a festa.
25O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, j perto de casa, ouviu msica e barulho de dana. 26Ento chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo.
27O criado respondeu: ' teu irmo que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque o recuperou com sade'.
28Mas ele ficou com raiva e no queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. 29Ele, porm, respondeu ao pai: 'Eu trabalho para ti h tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. 30Quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com prostitutas, matas para ele o novilho cevado'.
31Ento o pai lhe disse: 'Filho, tu ests sempre comigo, e tudo o que meu teu. 32Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmo estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado'.

Produo: TV Arautos